La indefinibilidad de ‘bueno’ en G. E. Moore:

Experimenta 7 dias Grátis Promoção válida para novos clientes. Após 7 dias será cobrado valor integral. Cancele quando quiser.

Sinopse

Os brasões das Universidades aqui apresentados, Barcelona, Oxford, Cambridge e PUCRS, estão relacionados com a minha vida universitária como discente e como docente. Guardo delas ótimas recordações pelas quais serei sempre agradecido. As respectivas legendas, Perfundet omnia luce, Dominus Illuminatio mea, Hinc lucem et pocula sacra e Ad verum ducit, remetem à origem religiosa de algumas e representam um chamado a serem luz, a reconhecerem a excelência da ciência e a orientarem à verdade. As universidades continuam sendo hoje a Alma Mater, ou mãe nutriente, que não apenas alimenta os estudantes, mas conduz a sociedade para o desenvolvimento econômico, para a inovação científica, tecnológica e pedagógica, bem como para a prática de valores imprescindíveis como a paz, a justiça, a solidariedade e o respeito à natureza. A análise da linguagem da filosofia moral ou metaética, realizada por G. E. Moore, é luz que desvela a falácia naturalista, argumento contrário à verdade, no intuito de definir “bom” como conceito basilar da ética.
Joaquim Clotet